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Archive for the ‘Poemas’ Category

A alma encolhida
Enriquecida em sonetos de verão
Tarda em ver o que não olha
Nessa verdade de óculos escuros
Sentimentos de desencontros mil
Peças de um ato, filmes sem falas
Que só vão ser encontradas
Na Peyret com a 12 de Abril.

Entre ríos de tristeza
Disfarçando o encontro
Ainda cego sendo o canto,
Me resulta o pranto
Em fortalezas de poemas e contos
Que só sabem terminar
Com este mesmo ponto.

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